A Importância do Outubro Rosa no Brasil

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A Importância do Outubro Rosa - Rennovar Cosméticos

Nos últimos 4 anos o mês de outubro deixou de ser apenas o mês das crianças e passou a ter a cor rosa predominando culturalmente em seus 31 dias, e toda essa “invasão rosa” se dá graças ao Outubro Rosa.

Caso ainda não sabia do que se trata, nós te explicamos: o movimento começou nos Estados Unidos, onde vários Estados tinham ações isoladas referente ao câncer de mama e ou mamografia no mês de outubro, posteriormente com a aprovação do Congresso Americano o mês de Outubro se tornou o mês nacional (americano) de prevenção do câncer de mama. A parte do raso vem do laço cor de rosa usado no movimento, que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama.

Mesmo tendo iniciado aqui no Brasil em meados de 2002, o movimento só ganhou corpo nos últimos 4 anos, com a adesão de empresas, instituições de caridade e celebridades, a soma de suas ações isoladas transformou o Outubro Rosa em algo notório, em voga e que de fato transmite uma mensagem.

Campanha Inca para Outubro Rosa
Campanha do Governo Federal para o Outubro Rosa com a atriz Zezé Mota

Pra nós, toda esta notoriedade que o movimento ganhou e vem ganhando é um marco para a sociedade brasileira, principalmente para as mulheres, pois dentre as inúmeras intervenções urbanas, campanhas beneficentes e ações de marketing uma coisa se destaca: a prevenção do câncer de mama pelo diagnóstico precoce. Toda a conscientização promovida pelo movimento Outubro Rosa pode e vai, sem dúvidas, ajudar milhares de mulheres a se prevenirem contra o câncer de mama, e é esta conscientização coletiva que salva vidas.

Deixamos abaixo, para conhecimento e aplicação, duas informações relevantes sobre a prevenção do câncer de mama, extraídas do site da campanha Mulher Consciente:

 

Autoexame:

Durante muito tempo, as campanhas de conscientização para o câncer de mama divulgaram a ideia de que o autoexame das mamas, baseado na palpação, era a melhor forma para detectá-lo precocemente. Mas o tempo passou, a medicina evoluiu e as recomendações mudaram.
O autoexame continua sendo importante – mas de forma secundária. Ele é essencial para que a mulher conheça seu corpo, em especial sua mama, e possa perceber qualquer alteração. O autoexame pode ser feito visualmente e por meio da palpação, uma vez por mês, após o final da menstruação. Para as mulheres que não menstruam mais, o ideal é definir uma data e fazê-lo uma vez ao mês, sempre no mesmo dia. Entretanto, ele não substitui a importância do exame clínico feito por um profissional da saúde por meio da palpação e, menos ainda, a mamografia.
É fundamental que, além do autoexame, todas as mulheres acima dos 40 anos façam seus exames de rotina, entre eles a mamografia. Só ela pode detectar precocemente um nódulo pequeno e aumentar muito as chances de cura.

 

Mamografia:

A mamografia é um exame de raio-X, na qual a mama é comprimida entre duas placas de acrílico para melhor visualização. Em geral são feitas duas chapas de cada mama: uma de cima para baixo e uma de lado. Apesar da compressão da mama ser um pouco desagradável para algumas mulheres, é importante lembrar que ela não é perigosa para a mama. A dose de raios X utilizada nos aparelhos modernos é também muito baixa, e não deve servir de empecilho para a realização do exame.
Fundamental e insubstituível, a mamografia pode detectar nódulos de mama em seu estágio inicial, quando não são percebidos na palpação do autoexame feito pela mulher ou pelo profissional de saúde. Por serem pequenos, esses nódulos têm menor probabilidade de disseminação e mais chances de cura.
Por essa razão, as mulheres acima de 40 anos devem realizar a mamografia regularmente, em intervalos anuais. E, com a efetivação da Lei Federal nº 11.664/2008, em vigor a partir de 29 de abril de 2009, toda mulher brasileira tem direito a realizar pelo SUS sua mamografia anual a partir dessa idade.
Como todo exame médico, a mamografia está sujeita a deficiências. Acredita-se que cerca de 10% dos casos comprovados de câncer de mama não sejam detectados na mamografia, principalmente em mulheres jovens, que têm a mama densa. A ultrassonografia pode auxiliar no diagnóstico quando associada à mamografia e pode ser muito útil para detectar lesões duvidosas.


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